Quando será depositado o dinheiro na conta após o aumento de margem 5% do INSS

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Imagem: Reprodução/Google

O governo federal lançou o Programa renda e oportunidade, um pacote que contém uma série de medidas para impulsionar a economia do país. Uma delas é a ampliação da margem consignada de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 5%.

Antes da mudança, o limite para crédito consignado era de 35% para empréstimos e 5% para crédito. A partir de agora, passa a ser 40% para empréstimos e permanece por toda parte para uso de cartão.



Nesse tipo de crédito, como as parcelas são desabilizadas diretamente do benefício do contratante. Por ser praticamente livre de riscos de novos colapsos, as taxas de juros e as condições tendem a ser muito mais atraentes do que, por exemplo, no crédito pessoal.

O governo também ampliará a folha de pagamento das pessoas que recebem benefícios previdenciários (BPC/LOAS) e que fazem parte do programa Ajuda brasil.

E quando o dinheiro cair?

Como as instituições financeiras só podem oferecer empréstimos dentro da nova margem consignável a partir da atualização dos sistemas pela Dataprev. Além disso, o INSS precisa “estabelecer qualquer detalhe em portarias específicas”, segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).



O motivo é que o crédito contratado por aposentados e pensionistas que utilizam o benefício como garantia só é aprovado após uma referência cruzada de dados feitos pela Dataprev.

Após a atualização dos sistemas e outros atos necessários, o prazo para o dinheiro cair na conta do contratante depende apenas das regras estabelecidas pelo próprio banco. Em algumas instituições, o tempo de análise para esse público não ultrapassa 30 minutos.

Regras da remessa

Uma regra muito importante da folha de pagamento, estabelecida pelo governo no final do ano passado, diz respeito às taxas de juros. A taxa máxima atualmente é de 2,14% ao mês para empréstimos e de até 2,7% ao mês para cartão de crédito.

Há também respeito pelo número de parcelas. Hoje, a folha de pagamento do INSS pode ser paga em até 84 vezes.

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